Hoje, setenta anos atrás, a Itália se libertava dos suínos nazifascistas. Pendurados de cabeça para baixo na Praça Loreto em Milão, Mussolini, sua amante Claretta e demais hierarcas da direita derrotada eram o símbolo de uma Itália que renascia das cinzas de uma ideologia obscena, anacrônica e horrenda. A Parri, Pertini, Amendola, Togliatti, Einaudi e Pajetta, Audisio e tantos outros (incluindo os 45mil que acreditaram que morrer pela Itália valia a pena) minha lembrança mais profunda e grata.
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